sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Canyoning das Cales I (troço médio)

Ribeira das Cales, Chão da Lagoa, Funchal
Realizado a 6/12/2009
Participantes: Bernardo, Carlos e Louísa

Após a não obtenção de licença para realizar um canyoning numa outra zona devido a um pedido demasiado tardio, recorremos à Ribeira das Cales, no troço intermédio da secção superior (Cales I). Este pequeno percurso de 300 metros concentra vários saltos, pequenos escorregas, zonas abertas, gargantas estreitas, destrepes e três pequenos rapéis. Inserido no contexto visual do Chão da Lagoa, é uma solução interessante para quem fazer um canyoning numa decisão de momento. Nós regressámos para capturar mais vídeos e fotografias para o vídeo das nossas actividades em 2009, e claro, para desfrutarmos das propriedades lúdicas deste troço.
O dia, apesar de nublado, estava bastante agradável para o final de Outono. O vento não se fazia sentir e a temperatura estava perfeitamente suportável para os 1400m de altitude a que nos encontrávamos. Estavam, assim, reunidos os condimentos para uma manhã bem passada. Felizmente tudo correu bem, conseguimos as imagens que queríamos, há apenas a salientar a temperatura extremamente baixa que a água regista nesta altura. De futuro vamos tentar obter uma leitura desta temperatura para verificar a sua evolução ao longo do ano.

Álbum completo (62 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30












quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Mais fotos da Calheta 2

Ribeira da Calheta, realizado a 7/11/2009
Participantes: Bernardo, Carlos, Louísa e Márcia

Nestas semanas não temos feito canyoning por motivos de doença ou más condições climatéricas, mas ,entretanto, estão disponíveis mais fotos da segunda visita ao Canyoning da Calheta. Desta vez tratam-se das fotos da autoria do Bernardo com a sua recentemente adquirida Panasonic DMC-FT1.
 
Álbum completo (142 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Panasonic DMC-FT1
 









 

domingo, 8 de novembro de 2009

Ribeira da Calheta 2

Ribeira da Calheta, realizado a 7/11/2009
Participantes: Bernardo, Carlos, Louísa e Márcia

Esta segunda visita à Ribeira da Calheta servia dois propósitos: dar a conhecer este percurso à Márcia e ao Bernardo, além de experimentar este canyoning com o caudal normal. De facto, esta segunda ida foi uma autêntica redescoberta, já que, como é costume, a Levada das 25 Fontes estava a descarregar para a Levada da Rocha Vermelha através desta curta secção da Ribeira da Calheta. Com este volume de água, o Canyoning da Calheta transfigura-se para melhor, ganhando vigor, intensidade e uma personalidade ainda mais vincada. É a excepção que confirma a regra: neste caso, o canyoning ganha caudal com a levada que o precede, ao invés de perdê-lo.
Apesar da água raramente subir acima da cintura, a sua presença constante deu-nos imenso gozo, fazendo-nos sentir muito mais em contacto com o contexto físico da ribeira. Em termos estéticos, toda o percurso beneficiou, com destaque particular para o terceiro rapel, onde é criada uma cascata dupla.
Com esta situação é necessária maior atenção nos destrepes, uma vez que a rocha torna-se mais escorregadia e tapada pela água. Nas zonas de afunilamento do caudal, é conveniente usar uma via alternativa à do curso de água devido à sua força, que é mais do que suficiente para retirar-nos o apoio dos pés. Esta situação provocou pequenas quedas que, felizmente, foram curadas com muitas gargalhadas.
Ainda aproveitamos para recolher algumas castanhas já que tanto no início como no fim encontramos alguns castanheiros.

Álbum completo (85 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30 e Pentax Optio W60













domingo, 25 de outubro de 2009

Canyoning da Água Negra superior - versão curta

Ribeira da Água Negra, Rabaçal. Realizado a 24/10/2009.
Participantes: Carlos, Filipe e Louísa

Regressámos ontem ao troço superior do canyoning da Água Negra para estrear o trilho que abrimos na semana passada e que serve de escapatória deste canyoning antes das grandes verticais.
Fazendo jus ao seu nome, a Ribeira da Água Negra recebeu-nos com lagoas pouco iluminadas e já muito frias, ao contrário do sol quente e água verde esmeralda completamente translúcida com que fomos presenteados em Junho, quando percorremos pela primeira vez esta secção superior. Apesar de fria, a água era muito menos abundante, contribuindo para uma experiência menos apetecível da que foi possível anteriormente. As zonas secas proliferam nesta fase de fraca pluviosidade, mas nem tudo foi pior. Pela positiva, tenho que realçar que gostámos do início da ribeira. O dia tinha começado muito bonito e decidimos seguir a ribeira a partir da sua génese. Inicialmente o Paúl da Serra providenciou um grande espectáculo visual com um céu limpo e terreno aberto. O leito da ribeira foi-se definindo e algum tempo depois a água emergiu do solo. Esta secção anterior ao primeiro rapel é ainda algo extensa, mas bonita. Tem várias lagoas e muito verde por todo o lado.
Logo após o primeiro rapel encontramos uma zona estreita escavada na rocha, por onde serpenteamos através de várias pequenas lagoas. Após esta secção a ribeira volta a abrir, e a água ausenta-se. Na zona das maiores lagoas, ainda saltámos algumas vezes, mas já com menos vontade do que da última vez. Chegámos  à conclusão de que o ideal será fazer este canyoning durante o verão, logo após um período de chuva, situação que se verificou em Junho.
O regresso pelo novo trilho fez-se sem precalço, mas foi mais penoso fazê-lo agora com o fato e mochila. Sempre são quase 2 horas de regresso até ao carro.
Optámos por regressar pela Encumeada dado que a estrada da Calheta está em trabalhos, e assim vimos o nosso esforço ser recompensado: um mar de nuvens esperava-nos, compondo um ambiente surreal. As fotos simplesmente não fazem justiça a este magnífico espectáculo.

Álbum completo (104 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30 e Pentax Optio W60




















domingo, 18 de outubro de 2009

Trilho de acesso ao canyoning da Água Negra (superior)

Abertura de trilho de acesso ao canyoning da Água Negra (superior)
Realizado a 17/10/2009
Participantes: Carlos, Louísa e Márcia

Após ter descoberto uma vereda/trilho que nos levava até cerca de 100 metros de uma escapatória do canyoning da Água Negra superior, regressámos ontem com o intuito de abrir ou descobrir um trilho que cobrisse essa secção que faltava para ligar a ribeira à Levada das 25 Fontes. Infelizmente não conseguimos descobrir um trilho já definido, pelo que fomos aproveitando pequenas abertas na densa vegetação de urzal e uveira para ziguezaguear até chegarmos perto da margem. A progressão foi algo penosa e o facto de não conseguirmos progredir em linha recta em direcção ao local pretendido originalmente, fez-nos duvidar do sucesso desta jornada. Após termos sido obrigados a subir, optámos por usar uma aberta em sentido descendente e eventualmente atingimos a margem. Numa primeira instância, parecia que todo o esforço que tínhamos empregue nesta tentativa tinha sido em vão, já que um paredão de 6 metros separava-nos do leito da ribeira. No entanto, pouco acima estava uma cascata que elevava o nível da água até a uma altitude mais próxima de onde nos encontravamos. Assim, avançamos até lá e aí conseguimos um acesso relativamente fácil até ao leito. Apesar de estarmos consideravelmente mais acima do que inicialmente era a nossa intenção, ficamos ainda assim abaixo de uma sequência de lagoas que consiste a zona mais lúdica da ribeira. Abaixo ficaram apenas mais dois pequenos rapéis de pouca importância, além, claro, das 3 maiores verticais deste canyoning. Contas Feitas, tínhamos aberto 200 metros de trilho, ao invés dos 100 metros previstos.
A escapatória mais abaixo, entre a cascata de 30 e a de 70 metros, terá que ser estudada através de outro ponto de partida da vereda, a uma altitude menos elevada.
Apesar de não termos encontrado a ribeira no ponto desejado, o objectivo principal de não perder as lagoas foi atingido, e no no final do dia estávamos todos com uma sensação de realização. Ainda sobre o trilho, quem o descer terá que inicialmente subir até uma zona de afloramento rochoso, onde se tem que destrepar 5 metros até um patamar inferior. Aqui, o trilho segue em sentido descendente para mais tarde virar à esquerda, onde pouco depois encontrará uma vereda mais definida. Este percurso é bem perceptível nesta vista do Google Earth. A verde encontra-se o caminho já percorrido há 2 semanas e a laranja está demarcado o novo trilho.




















Tenho ainda que referir que ao descer o trilho, já depois de passar pelo ribeiro íngreme (ver descrição no post "Reconhecimento da vereda "Levada das 25 Fontes - Ribeira da Água Negra"") há uma secção onde se pode continuar pela esquerda ou pela direita. A que nós reconhecemos foi a da direita, mas provavelmente a da esquerda vai também encontrar a Levada das 25 Fontes. Ficou para mais tarde testarmos este percurso alternativo.
Bem, descobertas à parte, não posso deixar de referir que vale a pena um passeio por estes trilho por estas alturas, uma vez que as vistas são bonitas, as bagas de uveira estão maduras, doces, bem grandes e encontram-se em abundância, e a lagoa onde o trilho encontra a ribeira é bem bonita e propícia a um piquenique.
Quanto às características do percurso, o trilho inicial desce-se de 15 a 25 minutos, (200 metros) a vereda posterior de 30 a 45 minutos (600 metros) e a partir daí estamos na Levada das 25 Fontes. Em termos práticos, esta escapatória não será útil apenas a quem quiser evitar os ressaltos maiores, uma vez que quando o peso é um factor, esta configuração permite trazer cordas muito mais curtas. Esta saída permite ainda encurtar uma jornada que se tenha atrasado e seja pertinente estar na levada dentro de uma hora (caso esteja quase a anoitecer, ou alguém se tenha magoado). No âmbito da segurança, é ainda um acesso alternativo a um corpo de resgate.

Não é segredo que este canyoning é o que me agrada mais de todos os que já conheci, e sei que não sou o único que tem esta preferência, pelo que esta saga valeu a pena em todos os aspectos.

Álbum completo (57 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30 e Pentax Optio W60














segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ribeira da Calheta

Ribeira da Calheta, realizado a 10/10/2009
Participantes: Carlos, Filipe e Louísa

Depois do adiamento motivado pelo temporal da semana passada, partimos à descoberta do canyoning da Ribeira da Calheta, um pequeno troço entre as levadas das 25 Fontes e da Rocha Vermelha. Ao longo dos anos, sempre que passava por esta zona, pensava que esta pequena secção poderia ser interessante. Parecia estreita e com pequenas verticais, frequentemente com caudal devido ao despejo de água proveniente da Levada das 25 Fontes. Foi, então, a situação perfeita para o primeiro canyoning que abrimos. O percurso conta com apenas 6 rapéis ao longo de 400m de extensão e 120m de desnível. O maior ressalto tem 16m e todas as amarrações são possíveis com ancoragens naturais nas urzes que dominam a paisagem. O canyoning conta com vários destrepes, todos facilmente ultrapassáveis, sendo o maior de 4m.
Infelizmente, desta vez a Levada não estava aberta para a ribeira, pelo que o caudal estava fraco, aumentando lentamente ao longo do trajecto. Quando a Ribeira da Calheta apresenta este perfil, é possível percorrer o canyoning sem fato de neoprene, já que é possível evitar as zonas mais profundas das lagoas, molhando-nos apenas até ao joelho. Apesar da pouca água, a ribeira não deixou de mostrar os seus encantos, particularmente numa zona intermédia que consiste num autêntico túnel de urze, com vários destrepes entre pequenas, mas bonitas passagens. Esta secção lembrou-nos a zona inicial do canyoning da Água Negra superior. Infelimente, as zonas inicial e final não estão tão limpas de ervas com impacto estético menos agradável, particularmente com a presença de algum incómodo silvado. Ao longo da ribeira, particularmente na beira das cascatas, abrem-se vistas para o restante vale da ribeira, sempre com o mar ao fundo.
O tempo de acesso desde o carro é de 10min e de regresso cerca de 30min, onde se terá que contar com a subida de uma vereda com 140m de desnível. Dentro da ribeira dever-se-á demorar entre 1 e 2 horas, dependendo da velocidade e volume do grupo. Assim , este canyoning apresenta-se como uma solução para um canyoning rápido, simples e pouco cansativo. Com um caudal elevado deverá duplicar o interesse e o grau de dificuldade, particularmente nos destrepes. Ainda assim, é possível montar rapel nos 3 destrepes mais difíceis, pelo que há sempre uma variante segura para ultrapassar esses ressaltos.

Álbum completo (72 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30 e Pentax Optio W60























sábado, 3 de outubro de 2009

Vídeo w30canyoning 2008 em HD no youtube

Inicialmente coloquei o vídeo no vimeo porque era o único site que disponibilizava conteúdo em HD, mas agora que o youtube também já dispõe desta opção, fiz upload para lá também. O único senão é que não permitem vídeos com duração superior a 10 minutos, pelo que tive que corta-lo em 3. Como não voltei a fazer render a partir do projecto original em After Effects, perdeu-se alguma qualidade da imagem. De qualquer forma, continuam a poder visualizar o vídeo com qualidade máxima e de uma só vez em: http://www.vimeo.com/2933439. Aqui também podem fazer download do vídeo, o que não é possível de forma directa no youtube.
A idea de colocar no youtube é a de divulgar mais o vídeo e consequentemente, os canyonings na Madeira.

W30canyoning no youtube:




segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Reconhecimento da vereda "Levada das 25 Fontes - Ribeira da Água Negra"

Reconhecimento da vereda "Levada das 25 Fontes - Ribeira da Água Negra", Rabaçal, a 26/09/2009
Participantes: Carlos, Filipe, Louísa e Márcia

No passado sábado decidimos partir à descoberta de uma vereda ou trilho que supostamente liga a Levada das 25 Fontes à Ribeira da Água Negra, mais precisamente acima dos rapéis maiores do final da secção superior. Esta vereda serviria para encurtar este canyoning, deixando-o pouco técnico, mas ainda muito estético e lúdico, uma alternativa para quem deseja usufruir deste troço sem lidar com a verticalidade do final.
O início da vereda do lado da levada está relativamente bem sinalizado, pelo que esta parte não nos apresentou qualquer problema. O trilho torna-se depois menos definido, mas munidos de gps e bússola conseguimos progredir na direcção certa. A parte inicial é algo íngreme, onde cobrimos cerca de 170m de desnível. Logo depois há uma pequena transição feita no leito de um ribeiro seco com uma inclinação bastante acentuada, sendo a progressão ajudada por apoios para os pés escavados na rocha. Subindo cerca de 15 metros para a outra margem acedemos à segunda metade do trilho, agora muito menos inclinado e bem demarcado. Infelizmente, este termina a pouco mais de 100m do ponto de acesso à ribeira, o que já era previsto num mapa antigo. Vamos ter que regressar outro dia para descobrir a melhor forma de percorrer a distância que falta.
O saldo desta pequena "aventura" foi positivo, até porque descobrimos um acesso alternativo à parte final do trilho, uma outra vereda que desce vertiginosamente para a levada das 25 Fontes, num ponto mais adiante. Este caminho, apesar de evitar a transição mais difícil no ribeiro íngreme, castiga bastante os joelhos pelos inúmeros "degraus" que apresenta.
Quem percorrer estre trilho até ao seu ponto mais alto vai atingir o topo de um cabeço, num local de vista panorâmica sobre os vales do Rabaçal, a mais de 1200m de altitude. Aqui encontramo-nos acima do Risco e das 3 maiores cascatas do Canyoning da Água Negra Superior. O desnível da ascensão cifrou-se em cerca de 250m, após o arranque aos 970m.
Este dia proporcionou-nos uma experiência diferente, como que uma pequena aventura de descoberta e um exercício de orientação. O tempo ajudou e o contexto visual muito rico fizeram desta uma jornada a recordar.

Álbum completo (71 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30 e Pentax Optio W60











domingo, 27 de setembro de 2009

Ribeira dos Cedros 2009

Ribeira dos Cedros, Rabaçal, realizado a 19/09/2009
Participantes: Bernardo, Carlos, Filipe, Louísa e Márcia

Face à curta paragem em Agosto, consideramos esta altura ser o início de uma nova temporada de canyoning, a de 2009/2010. Assim, estamos a percorrer troços simples e relativamente curtos, na perspectiva de aprimorar o domínio técnico para mais tarde no "campeonato" tentarmos novos e mais longos percursos.
Começámos há duas semanas com o canyoning das "Voltas da Matilde", do qual não disponibilizámos fotos porque o dia sombrio não permitiu uma recolha que valesse a pena partilhar. Em relação a essa saída há a assinalar o regresso do Nuno ao grupo este ano, depois de já termos feito juntos o canyoning das Cales IV em Julho. Para quem não sabe, o "Chefe" é o responsável pela nossa iniciação no canyoning há já 6 anos atrás.

Nesta perspectiva de optar por percursos mais simples, no passado fim de semana voltámos ao Rabaçal para dar a conhecer a Ribeira dos Cedros ao Filipe e à Márcia e visitar este canyoning que tão boa impressão deixou há um ano atrás. De início o tempo esteve de feição, mas logo ficou nublado, o que dificultou a fotografia. Apesar disto, a ribeira revelou-se extremamente simpática e bela, muito agradável de percorrer. Trata-se de um ribeiro estreito, na sua maioria com paredes altas. O caudal é fraco, sendo inexistente no início. Ao contrário  das "Voltas", aqui os fetos  e restante vegetação, apesar de abundantes, deixam muita superfície rochosa a descoberto. Depois de entrar  no corredor principal e até ao rapel maior, é-nos proporcionada uma bonita vista  sobre os vales do Rabaçal . Esta cascata de 20m é o única que exige alguma perícia técnica pelo seu fraccionamento em suspenso no início, mas todos superaram esse ressalto sem dificuldade.
O regresso fez-se pela Levada da Rocha Vermelha, mas desta vez apenas as mochilas vieram à boleia dentro da levada porque não havia calor para tanto.

Álbum completo (80 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30 e Pentax Optio W60


























quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Canyoning da afluente do Ribeiro Pé das Voltas 2

Afluente do Ribeiro Pé das Voltas, Chão da Ribeira, Seixal, realizado a 25/07/2009
Participantes: Carlos, Louísa e Márcia

Após ficarem apeadas no Canyoning do Inferno, as "meninas" do grupo voltaram à acção na Afluente do Pé das Voltas. Levei a Márcia e a Louísa a este pequeno canyoning para relembrar técnicas de montagem de amarração e fraccionamento. Desta forma, a Márcia também ficou a conhecer este percurso onde pontificam um baixo volume de água, pouca dificuldade técnica, e uma componente estética completamente arrebatadora. Dadas as especificidades deste ribeiro e ser verão, pudemos, pela primeira vez, realizar um canyoning sem fato.

Álbum completo (33 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30





Ribeira das Cales IV - Reequipagem

Ribeira das Cales - sector IV, Funchal
Realizado a 21/07/2009 por Carlos, Duarte, Hugo, Lino e Rui Nélson

Fui convidado para participar numa saída para reequipar a Ribeira das Cales IV, que apesar de interessante e muito lúdica, estava equipada com ancoragens muito antigas ou inadequadas.
Apesar de no dia anterior ter realizado o canyoning da Ribeira do Inferno, lá reuni forças e aceitei o convite.

Com esta iniciativa foram criados mais 2 tobogãs assistidos de rapel e facilitaram-se acessos e recuperações através de fraccionamentos. É pena que não tenha sido possível melhorar o último rapel devido à péssima consistência da rocha.

De salientar que como é costume o trabalho era sempre acompanhado de boa disposição. Como seria de esperar, foi uma grande experiência de aprendizagem. Por isto e pela camaradagem deixo um grande obrigado ao meus colegas do Clube Naval do Seixal.

Carlos Rodrigues

Álbum completo (16 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30


Ribeira do Inferno

Canyoning da Ribeira do Inferno, São Vicente, realizado a 20/07/2009
Participantes: Bernardo, Carlos e Filipe

Bem, voltamos aos posts 2 meses após o último. A actualização começa com o canyoning do Inferno. A experiência não foi infernal, mas os 3 km de extensão e 10h consecutivas a andar envolveram alguma penitência. A nossa curiosidade em realizar este percurso passava pelo facto de ser o mais acessível dos canyonings com maior extensão que há na Madeira.
Neste dia a metereologia jogou a nosso favor e o sol de vez em quando espreitava por entre os altíssimos paredões que ladeiam o leito da ribeira. A nível de vegetação é muito semelhante ao da Ribeira do Passo (abundância de fetos), facto que não é alheio a esta ribeira correr paralela à do inferno a menos de 1 km de distância. Quanto à experiência, senti que fosse mais gratificante na 1.ª metade, onde a vegetação parece-me ser mais abundante e onde encontramos alguns rapéis interessantes. Ao longo da ribeira, várias afluentes proporcionam inúmeros chuveiros, o que acresce à componente estética. Depois de passar o ressalto maior (40m), que se encontra a meio e está duplamente fraccionado, o cansaço lentamente começou a se instalar e terei que confessar que a rápida conclusão do canyoning parecia cada mais apetecível. Lá finalmente passamos pela ponte da via rápida e avistámos a velha ponte de pedra da antiga ER101, o que significava a saída da ribeira.
Este canyoning é caracterizado pela predominância de pequenos ressaltos e inexistência de escapatórias ao longo dos 3km. O caudal a meio do verão não apresentou qualquer dificuldade, mas é desaconselhada a travessia desta ribeira durante o inverno. Um grupo de praticantes do Clube Naval do Seixal (o pessoal do costume) reequipou este canyoning recentemente, pelo que não enfrentamos quaisquer dificuldades técnicas. Um muito obrigado e abraço!

No final, a impressão que este canyoning me deixou foi a de ser um percurso bonito, mas imponente pela sua extensão. Vale a pena, nem que seja apenas uma vez.

Álbum completo (76 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30 e Pentax Optio W60

















sábado, 18 de julho de 2009

Resgate de material na Ribeira da Hortelã

Percurso: Garagem, Calheta > Ribeira da Hortelã, Seixal > Garagem, Calheta
Realizado a 31/05/2009
Participantes: Carlos, Filipe, Louísa, Márcia e Margarida

Como já mencionei noutro post, perdemos o nosso material de reequipagem na primeira incursão pela Ribeira da Hortelã, e este passeio consistiu na primeira tentativa de recuperar este material. Ao mesmo tempo, esta saída também serviu para avaliar se o acesso à Levada do Seixal seria melhor pela Garagem ou subindo a vereda do Lombo Barbinhas. Quanto a esta situação, verificámos que apesar de menos penoso que a subida de cerca de uma hora pelo "Lombo Brabinhas", este percurso é mais extenso e tem também várias dificuldades, começando pelos vários túneis de progressão mais lenta e as várias torrentes verticais que incorrem em várias secções deste mesmos túneis, e acabando com a longa ligação entre os automóveis. Este último entrave não se coloca no acesso pelo Chão da Ribeira, pelo que foi o elemento que nos levou a eleger o "Lombo Barbinhas" como melhor acesso aos canyonings da Levada do Seixal.
O passeio deste dia percorre a Levada das 25 Fontes, desce para a Levada da Rocha Vermelha e atravessa para a Levada do Seixal. O dia estava perfeito, pelo que foi extremamente agradável. A levada da Rocha Vermelha fez-nos lembrar as boleias que apanhámos no ano passado quando regressamos dos canyonings dos Cedros e da Água Negra Média e Inferior. De resto, desfrutámos na bonita paisagem do Rabaçal e registamos algumas imagens para a posterioridade. Chegados à Ribeira da Hortelã, tudo correu bem na descida até à lagoa onde se encontrava o material. Após 10 minutos para localiza-lo, tentei usar arame que tinha levado para "pescaria", mas a tarefa revelou-se mais difícil do que tinha previsto. Tentei mergulhar, mas apenas consegui tocar no material com a ponta dos dedos... o fato de neoprene obrigava-me a subir logo que parava de nadar para alcançar o material. Após quase uma hora nisto, decidi voltar outro dia mais apetrechado. Ingloriamente, restava subir os 55 metros até à Levada onde era aguardado. Bem, não se podem ganhar todas...
O melhor é que o passeio valeu pelo convívio e todos passamos um dia muito bom.

Álbum completo (58 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W60












sexta-feira, 17 de julho de 2009

Canyoning do Afluente do Pé das Voltas

Afluente do Ribeiro Pé das Voltas, Chão da Ribeira, Seixal
Realizado a 06/06/2009
Participantes: Carlos, Gonçalo e Louísa

Esta saída marcou o arranque do Meeting de Canyoning Madeira 2009. Partimos para o Caminho das Voltas, juntamente com um grupo de continentais e espanhóis. Enquanto que este último realizou o canyoning das Voltas, eu, a Louísa e o Gonçalo (outro praticante madeirense), partimos à descoberta deste pequeno afluente do Ribeiro Pé das Voltas.
Este canyoning é uma pequena jóia, pequeno mas cheio de riqueza e carácter. Embrenhado na Laurissilva, serpenteia pela densa floresta até encontrar o Ribeiro Pé das Voltas. Os pequenos e estreitos rapéis sucedem-se rapidamente. Apesar da verticalidade do perfil deste canyoning, o maior rapel mede apenas 20m, e o percurso faz-se de forma extremamente relaxada, sendo o único que conheço até agora em que é concebível dispensar o uso do fato de neoprene. De facto, o caudal é extremamente fraco, ganhando força apenas quando se encontra o ribeiro principal, mas este factor não retira qualquer interesse à experiência.
A maior dificuldade acaba por passar pelo acesso, quer pela subida íngreme de cerca de 30 min pelo Caminho das Voltas, quer pelo "trilho" de acesso, com zonas de destrepe com declive acentuado.

Quero relembrar que para vizualizar as fotos em dimensão real na galeria do Picasa, terão que carregar no botão de "lupa". Depois, basta agarrar com o rato e mover a imagem na janela. O melhor será instalar o picasa no computador e assim poderão transferir a galeria completa de uma só vez, através da função "transferir para o Picasa"

Álbum completo (73 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30 e Pentax Optio W60














quinta-feira, 16 de julho de 2009

Canyoning do Vimieiro

Ribeira do Vimieiro, Chão da Ribeira, Seixal
Realizada a 10/06/2009

Alguns elementos do "w30canyoning" participaram no Meeting de Canyoning Madeira 2009, e no penúltimo dia deste evento fui inserido no grupo que realizou o Canyoning do Vimieiro. à imagem de todo o meeting, esta foi uma experiência muito positiva, uma vez que o contacto com outros praticantes desta actividade é virtuosa pelo convívio e pela observação de diferentes soluções técnicas.
Quanto ao percurso em si, posso adiantar que é uma experiência completamente diferente das proporcionada pelos outros canyonings que a vereda do Lombo Barbinhas permite aceder (Folhado, Hortelã e Seixal). Este é um canyoning quase exclusivamente vertical, com vários ressaltos consecutivos acima dos 50m, todos fraccionados. Esta característica transforma a linha de água numa autêntica plateia para o vale da Ribeira do Seixal, sempre ladeada de muitos fetos e flora de maior porte característica da Laurissilva. Algumas passagens estreitas pontificam num canyoning em si todo bonito.

Para acabar, falta deixar uma palavra de apreço pelo trabalho desenvolvido pelo Clube Naval do Seixal e todas as entidades que apoiaram esta iniciativa. A Madeira e os seus praticantes de canyoning só têm a beneficiar da exposição da ilha e intercâmbio de experiências que o meeting proporcionou.

Álbum completo (25 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30







quarta-feira, 15 de julho de 2009

Ribeira da Hortelã (troço inferior) 2

Ribeira da Hortelã
Chão da Ribeira, Seixal
Realizado a 12/07/2009
Participantes: Bernardo, Carlos e Filipe

Após termos deixado cair algum material de equipagem numa lagoa durante uma primeira visita que fizemos a esta ribeira, esta consistiu na segunda tentativa de resgate a esse material. Apesar do material já não se encontrar lá (se alguém o resgatou, fica aqui o pedido de devolução), esta saída acabou por ser a melhor que já fizemos na vertente este do vale do Chão da Ribeira. Pela primeira vez fizemos um canyoning aqui com o sol a marcar presença durante todo o dia. Todos os pormenores, cores e volumes que nos tinham escapado no dia enevoeirado e chuvoso em que percorremos este troço pela primeira vez, foram agora revelados.

Bem, agora que parece que vou ter um descanso do trabalho, vou tratar dos posts atrasados dos canyonings que temos feito nos últimos meses.

Álbum completo (45 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30






quarta-feira, 24 de junho de 2009

Vídeo saltos Água Negra

Um dois pratos fortes do canyoning da água Negra superior são os saltos, por isso deixo aqui um pequeno vídeo que o ilustra:



http://vimeo.com/5258805

Gostava de lembrar que antes de saltar devemos sempre verificar a profundidade da lagoa e de que o fundo está desimpedido.

domingo, 21 de junho de 2009

Canyoning da Água Negra (superior)

Ribeira da Água Negra (troço superior), Rabaçal
Realizado a 20/06/2009
Participantes: Bernardo, Carlos e Filipe

ÉPICO...Não posso começar a descrever este canyoning por outra palavra. Este colossal troço tem de tudo um pouco: áreas abertas, gargantas encaixadas, vistas panorâmicas, lagoas paradisíacas, destrepes, um pequeno tobogã, saltos super divertidos nas águas mais cristalinas que já vimos, rapéis pequenos e rapéis grandes. A juntar a todos estes condimentos, o sol fez questão de nos acompanhar durante todo o dia, o que automaticamente aumenta exponencialmente a fruição. Já a meio a opinião geral era de que este tinha sido o melhor canyoning que tínhamos feito. Penso que é possível dividir esta descida em três etapas: na primeira temos rapéis pequenos e progressão através de um alternado de gargantas estreitas, áreas largas e alguns destrepes, sempre com pequenas lagoas. Na segunda secção, atravessamos uma extensão algo longa em ribeira aberta, onde se situam várias lagoas com profundidade suficiente para permitir saltar, quase sempre com possibiliade de voltar a subir e repetir o salto ("perdemos" algum tempo nesta parte). A secção final é caracterizada pela verticalidade, com três rapéis de 30, 70 e 50m, todos fraccionados. O mais pequeno é também o mais bonito, contrastanto completamente com o enquadramento e imponência do ressalto de cerca de 70m. Realizámos o fraccionamento situado a 6m do topo, pelo que os 65m restantes foram todos feitos em suspenso. Cada um tentou equilibrar o corpo como pôde para o rapel não se tornar um autêntico carrossel. Para acabar faltava apenas a cascata das 25 Fontes, uma anã comparada com a anterior. Quem fizer este canyoning terá que ter atenção a pedras soltas na face desta queda, já que ao descer soltei vários bocados de rocha com 30 a 40cm de comprimento. Felizmente cairam todas na lagoa e não houve problema, mas convém ter cuidados redobrados, principalmente se estiverem turistas na margem da lagoa.

Faz falta deixar um abraço e um agradecimento aos nossos colegas do Clube Naval do Seixal, Duarte, Hugo e Lino, que reequiparam o troço já aberto até muito mais acima, permitindo-nos usufruir desta magnífica ribeira na íntegra e em segurança.

Este canyoning serviu também de teste a material novo. Eu e o bernardo estreamos as famosas canyoneer da five ten, e realmente tem uma aderência em rocha molhada e lodo sem qualquer paralelo em quaisquer outras botas que tenhamos experimentado. No entanto, pessoalmente desagrada-me o mau apoio do tornozelo, já que a parte superior é em neoprene, demasiado mole. Isto faz com que tenha o apoio de uma sapatilha sem cano, o que já me provocou um pequeno entorce, algo que nunca me tinha acontecido com outras botas. Testei também uma mochila de fabrico doméstico de 55L, com uma solução de acesso múltiplo através de um fecho na parte inferior da frente da mochila, com separação do material por uma divisória interior. No entanto, com o bidão e água em baixo e corda em cima, o centro de gravidade fica muito elevado, causando problemas de equilíbrio, principalmente a nadar e no rapel (apesar de aqui se resolver ao levar a mochila à cintura). Vou repensar esta solução.

Antes de acabar, queria fazer uma correcção à localização das 25 Fontes no Google Earth. A maioria das pessoas considera que uma grande cascata com abertura em meia lua é a das 25 Fontes, mas na realidade é a cascata anterior, a de 70m. As 25 fontes ficam 160m abaixo, no ponto 32°45'56.08"N e 17° 7'32.48"W.

Álbum completo (70 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30


















quinta-feira, 28 de maio de 2009

Ribeira da Hortelã (troço inferior)

Ribeira da Hortelã, Seixal. Realizado a 17/05/2009
Participantes: Bernardo, Carlos, Louísa e Márcia

Após planear descer esta ribeira por várias vezes, apenas agora reunimos as condições necessárias para a realização deste canyoning. Infelizmente, o dia recebeu-nos com muito nevoeiro e alguma chuva, o que aliado às demoras típicas da realização de um canyoning desconhecido e uma indisposição física à mistura, fez com que a experiência não fosse a ideal. Contudo, a Ribeira da Hortelã não nos escondeu as suas virtudes e o frio não se fez sentir, pelo que no geral foi uma experiência agradável.
A metereologia dificultou bastante a recolha de imagens, mas certamente lá voltaremos para mais, de preferência acompanhados pelo sol.
Uma ou outra ancoragem está a precisar de melhoramento, mas nada de alarmante.

Era injusto acabar este post sem deixar uma palavra de agradecimento a quem equipou a passagem da Levada do Seixal que se encontrava exposta, com um corrimão em cabo de aço. É apenas mais um feito nos inúmeros actos altruístas de quem equipa os canyonings. Infelizmente, existe o reverso da medalha: algumas mentes "iluminadas" ou cleptomaníacas continuam a remover os maillons dos canyonings. É infeliz que se ponha a segurança de todos em risco por algo que se compra por 60 cêntimos.

Álbum completo (38 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30 e Pentax Optio W60







terça-feira, 19 de maio de 2009

Canyoning do Calhau da Lapa

Calhau da Lapa, Campanário, realizado a 16/05/2009

Um grupo de praticantes de canyoning, no qual nos incluímos, foi convidado para participar nas festividades da freguesia do Campário ao realizar uma descida ao Calhau da Lapa, um canyoning aberto e equipado por Duarte Silva e Lino Filipe. A recompensa, como se não bastasse o espectacular rapel de 95m, era um almoço-convívio no restaurante da praia.
Para aperitivo tínhamos uma queda de 10 metros, mas o momento por que todos esperávamos seguiu-se sem demora: um rapel de perto de uma centena de metros (para o pessoal do w30canyoning foi o baptismo em rapéis com mais de 60m). Apesar de conter apenas 2 rapéis, julgo que ninguém saiu desiludido no final do dia. Com maior distância percorrida na vertical que na horizontal, esta descida não foi nada menos que espectacular. O rapel maior foi extremamente satisfatório, com boa parte em suspenso e o resto com os pés a beijar suavemente a rocha. No seio de uma paisagem seca, a cascata emerge como um oásis verde, tornando as fotos ainda mais interessantes. Só mesmo estas podem transmitir o quão colossal foi a manhã daquele sábado. Há a referir que além do pessoal habitual do grupo, também o Lino e o Hugo colaboraram na capturas de imagens com as w30 e w60. A Márcia, que acompanhou o canyoning da vereda que desce até à praia, levou a sua Fuji e tirou algumas fotos de ângulos laterais pouco comuns nos canyonings.
Para finalizar, a camaradagem que se verificou ao longo da manhã teve o seu ponto alto num autêntico festim de dourada assada e batata cozida com casca. Depois, alguns momentos de relaxamento em frente ao mar prepararam o regresso à estrada pela íngreme, mas curta, vereda.
Resumindo, foi um dia para não esquecer. Tenho toda a certeza que pela vereda ou por barco, ainda voltaremos a visitar o restaurante outras vezes...

Álbum completo (118 fotos) e com maior resolução AQUI.
Equipamento: Pentax Optio W30, Pentax Optio W60 e Fujifilm Finepix S5600